Sintomas
Nem toda noite ruim é insônia, mas alguns sinais merecem atenção. Saiba o que caracteriza o quadro, o que pesa no diagnóstico e quando é hora de buscar avaliação.
Insônia não é sinônimo de "dormir pouco". É a queixa persistente de dificuldade para iniciar o sono, mantê-lo ao longo da noite ou de despertar muito antes da hora — apesar de ter tempo e ambiente adequados para dormir. Reconhecer o quadro é o primeiro passo para tratar.
Demora maior que 30 minutos para pegar no sono; despertares frequentes ao longo da noite; acordar muito antes do horário desejado e não conseguir voltar a dormir; sensação de sono superficial, leve ou não restaurador.
Cansaço persistente, irritabilidade, queda de concentração, lentidão de raciocínio, queda de produtividade, sonolência diurna, dores de cabeça e, especialmente, preocupação excessiva com o próprio sono. Muitas vezes é o sintoma diurno que mais incomoda — e o que confirma que vale tratar.
Quando os sintomas se repetem 3 ou mais noites por semana, por mais de 3 meses. Esse é o ponto em que a insônia deixa de ser "reação a um momento difícil" e passa a se manter por mecanismos próprios — exigindo tratamento específico.
Uso recorrente de medicamentos para dormir sem orientação médica, medo de ir para a cama, prejuízo de relações pessoais ou profissionais por causa do cansaço, sonolência ao dirigir. Nesses casos, não espere o quadro "se ajeitar".
Uma boa consulta investiga o sono em detalhes, identifica fatores que perpetuam o problema (comportamentais, ambientais, clínicos, psiquiátricos, medicamentosos) e propõe um plano individualizado. Quando bem indicada, a TCC-i resolve a maioria dos casos sem dependência de remédio.
Próximo passo
Agende uma consulta com o Dr. Marcelo Leão e dê o primeiro passo para um sono verdadeiramente restaurador.
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