Exame
A polissonografia é o exame padrão-ouro para o diagnóstico dos distúrbios do sono. Em uma única noite, são registradas dezenas de variáveis fisiológicas simultâneas, permitindo mapear com precisão o que ocorre durante as horas de sono.
Atividade cerebral (EEG), movimentos oculares, tônus muscular, frequência cardíaca, oxigenação sanguínea, fluxo aéreo, esforço respiratório, posição corporal, movimentos das pernas, ronco e, quando indicado, vídeo sincronizado. Os dados são analisados época por época para mapear a arquitetura do sono e identificar o que a interrompe.
O exame é realizado em laboratório de sono, em um ambiente preparado para se assemelhar a um quarto comum, ao longo de uma noite. Sensores não invasivos são posicionados no couro cabeludo, no rosto, no tórax, no abdome e nas pernas — todos discretos e indolores. A equipe técnica monitora o registro à distância. Pela manhã, o paciente é liberado para sua rotina habitual.
Na maior parte dos casos, sim. O sono da noite do exame costuma ser representativo o suficiente para um diagnóstico preciso. Os sensores incomodam pouco após os primeiros minutos, e o objetivo não é uma noite perfeita — é o registro fiel de como o paciente dorme.
Os dados são analisados manualmente por médico especialista em medicina do sono e transformados em laudo detalhado, que orienta a conduta: manutenção, ajuste ou início de tratamento. Em consulta, o laudo é interpretado em conjunto com o quadro clínico, definindo-se o próximo passo.
A indicação, a interpretação e a conduta a partir do exame devem ser feitas por médico especialista em medicina do sono.
Pacientes com indicação de polissonografia podem agendar uma consulta com o Dr. Marcelo Leão para discutir a indicação, o laboratório adequado e a interpretação dos resultados.
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