Especialidade
O ronco habitual costuma ser o sinal mais audível de um distúrbio respiratório do sono — e merece investigação clínica.
O ronco esporádico, em noites de cansaço, álcool ou gripe, é comum. Já o ronco habitual — várias noites por semana, alto, frequentemente acompanhado de pausas respiratórias — é, em parte significativa dos casos, manifestação clínica da apneia obstrutiva do sono, condição associada a hipertensão, arritmias, infarto, AVC, diabetes e queda cognitiva.
O ronco afeta também o sono de quem divide a cama, e em muitos casos é o motivo por trás da decisão de dormir em quartos separados. O tratamento adequado tende a melhorar a qualidade de sono dos dois.
Não existe solução genérica para o ronco. O tratamento eficaz exige identificar a causa: anatomia da via aérea, posição ao dormir, peso, idade, uso de álcool e de medicações sedativas. A partir daí, o plano pode incluir mudanças comportamentais, placa intraoral, CPAP, fonoterapia miofuncional ou cirurgia em casos selecionados.
Como saber se o ronco indica apneia?
A combinação de avaliação clínica e polissonografia define se há apneia associada e qual a sua gravidade.
Os aparelhos vendidos em farmácia funcionam?
Raramente. Tiras nasais, sprays e placas universais têm efeito limitado e não substituem a avaliação especializada.
A investigação adequada do ronco habitual é, antes de tudo, uma decisão clínica.
Agendar consulta →Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica. Para um plano individualizado, agende uma avaliação.
Próximo passo
Agende uma consulta com o Dr. Marcelo Leão e dê o primeiro passo para um sono verdadeiramente restaurador.
Agendar consulta →